Qualidade e segurança no atendimento: UPAs de Fortaleza mantêm certificação ONA

Profissionais da UPA Cristo Redentor na avaliação de manutenção da ONA

 

As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) Cristo Redentor, Bom Jardim e Vila Velha, sob cogestão do Viva Rio em Fortaleza, no Ceará, passaram por avaliação que manteve a certificação Acreditado Pleno – Nível 2, concedida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA). O selo reconhece instituições de saúde que têm processos seguros, padronizados e integrados e prestam atendimento de qualidade, com foco na segurança dos pacientes e melhoria contínua.

As avaliações de manutenção, realizadas na última semana, atestaram que as UPAs seguem cumprindo os requisitos exigidos pela ONA para uma gestão segura e eficiente, com práticas diárias que incluem decisões baseadas em indicadores, redução de riscos, padronização dos processos e qualificação constante das equipes.

Esse título se reflete diretamente no cuidado prestado à população, através de um atendimento mais organizado e seguro, com profissionais seguindo rotinas claras, maior cuidado na conferência de dados e informações, processos mais ágeis e integrados, um ambiente mais seguro e profissionais mais preparados. 

“Tão importante quanto conquistar a certificação é mantê-la, pois esse resultado é fruto de um trabalho contínuo, construído diariamente por equipes engajadas, comprometidas com a qualidade da assistência e a segurança do paciente. Envolve pessoas que acreditam no propósito do cuidado seguro, que seguem protocolos, monitoram indicadores, participam de capacitações e estão abertas à melhoria constante dos processos. É o reflexo de uma cultura organizacional que entende que qualidade não é algo pontual, mas um valor incorporado à rotina assistencial e gerencial”, comenta Jane Fernandes, gestora de contratos do Viva Rio em Fortaleza.

Para conquistar a Acreditação Nível 2 da ONA, as UPAs de Fortaleza implementaram uma série de melhorias, entre elas a padronização dos protocolos assistenciais, a melhoria nos processos de classificação de risco, o uso sistemático de indicadores de qualidade e segurança, a capacitação permanente dos profissionais e a organização dos fluxos assistenciais.

A Organização Nacional de Acreditação, criada em 1999, trabalha para que as instituições de saúde do país tenham práticas de gestão e assistência que melhorem o cuidado oferecido ao paciente.

Texto: Raquel de Paula

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