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	<title>Viva Rio</title>
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		<title>Saúde e prevenção no Carnaval da Rocinha</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 17:37:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>graciela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Clínicas da Rocinha colocaram o bloco Foliões da Saúde na rua e desfilaram com mais de 200 moradores, promovendo a conscientização da população para a prevenção da dengue e das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<div id="attachment_3048" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://vivario.org.br/wp-content/uploads/2012/02/bloco_saude0012.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-3048" title="bloco_saude001" src="http://vivario.org.br/wp-content/uploads/2012/02/bloco_saude0012-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Foliões da Saúde agita a Rocinha</p></div>
<p>A equipe das três clínicas da Rocinha (Rinaldo Delamare, Maria do Socorro Silva e Souza e Albert Sabin) colocou o bloco Foliões da Saúde na rua e desfilou com cerca de 200 moradores, promovendo a conscientização da população para a prevenção da dengue e das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST). Durante o evento, os agentes de saúde distribuíram panfletos informativos, kits odontológicos e preservativos.</p>
<p>Para Patrícia Bernardo, uma das organizadoras do evento, que faz parte da equipe da clínica Maria do Socorro Silva e Souza, o desfile alcançou o duplo objetivo, de divertir e informar. “Apesar de tudo ter sido feito muito em cima da hora e com alguns imprevistos, acho que conseguimos o nosso objetivo. O evento foi muito bacana!”, comemorou.</p>
<div id="attachment_3051" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://vivario.org.br/wp-content/uploads/2012/02/bloco_saude0054.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-3051" title="bloco_saude005" src="http://vivario.org.br/wp-content/uploads/2012/02/bloco_saude0054-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Na Rocinha, Carnaval rima com saúde, conscientização e prevenção</p></div>
<p>O sucesso da primeira edição do bloco animou os organizadores, que já planejam realizar ações maiores, mobilizando a comunidade como um todo e, quem sabe, desfilando pela estrada principal da Rocinha. “Espero que no próximo ano possamos repetir a dose, mas de uma forma mais organizada. Este desfile serviu comoexperiência para que ano que vem façamos uma folia ainda maior”, disse Patrícia Bernardo. O evento contou com o apoio do Centro de Atenção Psicossocial/CAPS, do Adolescentro e do Centro de Convivência da Casa de Nana (idosos). Também participaram do desfile as baterias dos blocos “Coração das Crianças” e “Ai que Vergonha”. A folia aconteceu na manhã do dia 16 de fevereiro, das 9:00 às 11:00h.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Confira abaixo o vídeo e as fotos do bloco Foliões da Saúde!</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/hBAfXRwnWp4" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
<div class='flickr-mini-gallery fmg-hover-image' lang="_t&_z" rel="user_id=69303783@N04&tags=bloco&min_upload_date=&max_upload_date=&min_taken_date=&max_taken_date=&license=&sort=&bbox=&accuracy=&safe_search=&content_type=&machine_tags=&group_id=&lat=&lon=&radius_units=&per_page=20&extras=,description" longdesc='photosearch'></div>
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		<title>Por um Tratado Global de Armas</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Feb 2012 15:40:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>shelley</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[“Estamos sob enorme pressão para decidir onde ceder e onde permanecer firme. Precisamos decidir o que pode e o que não pode ser comprometido”. A declaração do prêmio Nobel da Paz, ex-presidente da Costa Rica, Oscar Árias resume o clima que predominou no quarto e último encontro do Comitê Preparatório para a conferência diplomática que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3069" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://vivario.org.br/wp-content/uploads/2012/02/oscar_arias_int.jpg"><img class="size-full wp-image-3069 " title="oscar_arias_int" src="http://vivario.org.br/wp-content/uploads/2012/02/oscar_arias_int.jpg" alt="" width="250" height="205" /></a><p class="wp-caption-text">O prêmio Nobel Oscar Árias defende a criação de um Tratado Global de Armas forte</p></div>
<p>“Estamos sob enorme pressão para decidir onde ceder e onde permanecer firme. Precisamos decidir o que pode e o que não pode ser comprometido”. A declaração do prêmio Nobel da Paz, ex-presidente da Costa Rica, Oscar Árias resume o clima que predominou no quarto e último encontro do Comitê Preparatório para a conferência diplomática que vai decidir sobre a criação de um Tratado Global sobre o Comércio de Armas, em julho.</p>
<p>Enquanto delegados de 126 Estados-membros das Nações Unidas discutiam os procedimentos que nortearão as negociações em torno de um tratado que regule as transferências de armas convencionais entre países, incluindo armas pequenas e leves e suas munições, cerca de dez mil pessoas perderam suas vidas por causa da violência armada no mundo.</p>
<p>De acordo com dados do Small Arms Survey e da Control Arms, as cerca de 300 milhões de armas que circulam no mundo provocam a morte de duas mil pessoas no planeta.</p>
<p>Ainda assim, os avanços na direção do tratado global quase foram bloqueados por causa da falta de acordo em torno da forma de decisão e da participação das ONGs em julho. Os delegados passaram quase a metade do tempo negociando a portas fechadas .</p>
<p>Hoje, não existe um acordo internacional que controle o mercado de armas no mundo, deixando brechas para a venda de armas para países que violam os direitos humanos, extimulam a violência de gênero, prejudicam o desenvolvimento, estimulam conflitos internos e causam a morte de milhares de civis.</p>
<div id="attachment_3070" class="wp-caption alignright" style="width: 242px"><a href="http://vivario.org.br/wp-content/uploads/2012/02/jeff_int.jpg"><img class="size-full wp-image-3070" title="jeff_int" src="http://vivario.org.br/wp-content/uploads/2012/02/jeff_int.jpg" alt="" width="232" height="202" /></a><p class="wp-caption-text">Jeff Abranmson, coordenador da aliança Control Arms, liderou o grupo de ONGs presente na reunião</p></div>
<p>“Infelizmente, existem muitos países hoje que apontam para a necessidade de um tratado forte. Um ATT forte com critérios robustos de direitos humanos deixaria claro que as transferências de armas não podem ser realizadas quando exitir um risco substancial de que sejam usadas para matar civis e cometer abusos dos direitos humanos”, defende Jeff Abranmson, coordenador da Control Arms, uma coalizão de organizações não-governamentais que defendem um Tratado Global de Armas forte e que foi indicada para o Prêmio Nobel da Paz de 2012.</p>
<p>Mais de 100 representantes da sociedade civil de todos os continentes participaram da conferência presidida pelo embaixador da Argentina, Roberto García Moritán. Entre elas estão o Viva Rio e o Instituto Sou da Paz, do Brasil, Oxfam, Anistia Internacional, Saferworld, Norwegian Church Aid (AIN), Free Tunísia, Iansa, Ceasefire, Transparência Internacional, entre outras.</p>
<p><strong>Não existe consenso sobre o que é consenso</strong></p>
<p>Na Babel de idiomas das Nações Unidas, em Nova York, o maior impasse não é a língua. A maior dificuldade é chegar a um consenso, cuja definição é controversa. Entre as delegações, existem diversas interpretações diferentes sobre o que significaria uma decisão tomada por consenso durante a conferência de julho.</p>
<div id="attachment_3068" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://vivario.org.br/wp-content/uploads/2012/02/prepcom_ONU_int.jpg"><img class="size-full wp-image-3068" title="prepcom_ONU_int" src="http://vivario.org.br/wp-content/uploads/2012/02/prepcom_ONU_int.jpg" alt="" width="250" height="173" /></a><p class="wp-caption-text">Delegados de 126 países discutem na ONU procedimentos para criação do Tratado Global de Armas</p></div>
<p>Estados como a Rússia e o Irã defendem a unanimidade. Nesse caso, apenas um voto contrário derrubaria o que está sendo votado. Muitos países estão chamando isso de “tirania do consenso”, em que um Estado impõe sua vontade sobre todos os outros.</p>
<p>Países como Noruega e o México defendem uma decisão por voto, o que desagrada a muitos, pois uma decisão democrática nem sempre significa consenso. A delegação brasileira demonstrou flexibilidade em torno das decisões dos artigos do tratado, mas acha que o documento final deve ser aprovado por consenso.</p>
<p>A participação da sociedade civil tem sido crítica para as discussões, uma vez que é ela que sofre as consequências da circulação indiscriminada das armas de fogo. A grande maioria das delegações, incluindo a do Brasil, demonstrou ser favorável a uma maior participação das ONGs em todo o processo decisório.</p>
<p>Entre as propostas que serão discutidas em julho, estão a criação de um tratado legalmente vinculante que se baseie no Direito Internacional Humanitário e na Lei Internacional de Direitos Humanos; a inclusão de todas as armas convencionais, incluindo as armas pequenas e leves, munições, componentes e partes de armamentos; regulação de todos os tipos de transferências de armas, incluindo exportação, importação e trânsito, bem como a participação de agentes não estatais.</p>
<p>Esperamos que, depois de seis anos de negociações, o mundo não deixe passar a chance de criar uma sociedade mais pacífica. A vida de milhões de pessoas está nas mãos de homens e mulheres que terão um mês para decidir o destino de milhões de armas que hoje vão parar em mãos erradas.</p>
<p>Site da<a href="http://www.controlarms.org" target="_blank"> Control Arms</a></p>
<p>Site do <a href="http://www.armstreaty.org" target="_blank">ATT</a></p>
<p>Site da <a href="http://controlarms.org/speakout/index.php" target="_blank">campanha Speak Out!</a></p>
<p>Blog do <a href="http://attmonitor.posterous.com/" target="_blank">ATT Monitor</a></p>
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		<title>Viva Rio está entre as 50 melhores ONGs do mundo</title>
		<link>http://vivario.org.br/viva-rio-esta-entre-as-100-melhores-ongs-do-mundo/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 17:13:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>shelley</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[O Viva Rio ficou em segundo lugar entre as melhores ONGs brasileiras e em 48º entre as 100 melhores ONGs do mundo, de acordo com um ranking publicado pela Global Journal, uma revista internacional que faz análises sobre a atuação de organizações não-governamentais em todo o mundo. É a primeira vez que uma lista desse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://vivario.org.br/wp-content/uploads/2012/01/top_ten_NGO_int.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2751" title="top_ten_NGO_int" src="http://vivario.org.br/wp-content/uploads/2012/01/top_ten_NGO_int.jpg" alt="" width="146" height="200" /></a>O Viva Rio ficou em segundo lugar entre as melhores ONGs brasileiras e em 48º entre as 100 melhores ONGs do mundo, de acordo com um <em>ranking</em> publicado pela <em>Global Journal</em>, uma revista internacional que faz análises sobre a atuação de organizações não-governamentais em todo o mundo.</p>
<p>É a primeira vez que uma lista desse tipo é organizada e, segundo matéria publicada na revista, “pretende estimular o debate ao fornecer a acadêmicos, diplomatas, desenvolvedores de políticas públicas, organizações internacionais e do segundo setor um insight das abordagens inovadoras e sempre em transformação do terceiro setor e dos seus principais atores.</p>
<p>A iniciativa reconhece o importante papel das ONGs como agentes globais de mudança. Com atuações que vão desde a ajuda humanitária até a preservação do meio ambiente, passando pelas áreas de saúde pública, educação, finanças e propriedade intelectual, as ONGs estão cada vez mais na vanguarda do desenvolvimento moldando a vida de milhões de pessoas ao redor do mundo.</p>
<p>A primeira colocada geral foi a <em>Wikimedia Foundation</em> pelo seu maior projeto, a enciclopédia <em>online Wikipedia</em>, que transformou a forma como o mundo obtém informações e que recebe 477 milhões de visitas por mês. Totalmente colaborativo, o site se transformou no maior acervo de conhecimento da história da humanidade. As outras ONGs brasileiras incluídas na lista foram o Saúde Criança e o CDI, todas do Rio de Janeiro.</p>
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		<title>Alguém matou Fenelon ontem de manhã</title>
		<link>http://vivario.org.br/alguem-matou-fenelon-ontem-de-manha/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 13:13:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>graciela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A gente se conheceu em dezembro de 2006, graças a Jean Philippe, um amigo francês que sabe muito do Haiti. “O melhor motorista do mundo”, disse-me ele. Marcel Fenelon estava desempregado e aceitou o convite com um sorriso discreto.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A gente se conheceu em dezembro de 2006, graças a Jean Philippe, um amigo francês que sabe muito do Haiti. “O melhor motorista do mundo”, disse-me ele. Marcel Fenelon estava desempregado e aceitou o convite com um sorriso discreto.</em></p>
<p><em>Viajamos juntos desde então, da primeira à última hora. Brincava com ele, chamando-o de meu cartão de crédito – não saio de casa sem você! Chamava-o também de meu GPS, porque parecia conhecer cada esquina do país. Vivian dizia “Meu Anjo”. Transmitia um sentimento de segurança. Certa vez, questionado por um funcionário internacional sobre o meu plano de evacuação, pensei por um instante e respondi no ato: meu plano é ele, o Fenelon.</em></p>
<p><em>Em abril de 2008, quando Porto Príncipe era tomada por desordens provocadas pelo Movimento da Grande Fome, coube-nos levar um visitante ilustre ao aeroporto para um voo às 14hs. Fenelon recomendou sairmos às 9hs e, de fato, conseguimos chegar a tempo, graças à sua perícia na descida por becos e vielas de favelas, cuja juventude revoltada havia se ausentado para os protestos nas ruas e avenidas principais.</em></p>
<p><em>De outra feita, o país paralisado por manifestações contra manobras eleitorais, partimos às 3h da manhã. Dirigimos um bom tempo por entre barricadas sonolentas, até que demos de frente com um grupo em guarda. Fenelon desceu do carro e convenceu um deles a vir conosco até a fronteira, de pé na traseira da caminhonete, abrindo caminho, em troca de uma pequena remuneração. Cruzamos a fronteira com tranquilidade e seguimos rumo às amplas estradas da República Dominicana. Só então, para a minha surpresa, percebi fraqueza em meu companheiro. Difícil de acreditar, mas o fato é que Fenelon, o melhor motorista, desconhecia os sinais de trânsito das estradas. Linhas contínuas ou pontilhadas não tinham significado para ele. Tráfego lento à direita e rápido à esquerda, tampouco era percebido. Pior ainda: quando alerto Fenelon para que dê mais atenção aos letreiros, percebo que já não enxerga muito bem, ao menos não o bastante para ler à distância. De volta a Porto Príncipe, comprou um vistoso óculos escuros, com as lentes apropriadas para os míopes, que passou a ostentar com orgulho.</em></p>
<p><em>Ter o Fenelon ao volante era um privilégio para poucos, como o diretor, naturalmente, mas também para alguém como Tarta, de Macaé, que ganhou sua confiança para sair depois trabalho, tomar uma Prestige e brincar. Ainda ontem, levando Vivian a Kay Nou, nossa sede em Bel Air, Fenelon deixou a entender que tinha uma ótima notícia para me dar, um segredo daqueles, e se pôs a rir com a cabeça inclinada para trás. Meia hora depois, foi assaltado por alguém que lhe mandou um tiro na cabeça, à queima roupa.</em></p>
<p><em>Levamos conosco a imagem de Fenelon e faremos do nosso melhor para honrá-lo. Seu funeral há de ser lembrado como um canto vigoroso pela justiça e o perdão, para além da loucura, para que nos conduza uma vez mais, e desta vez pela eternidade, a um lugar de espíritos livres, que não carecem usar sapatos, nem chapéus, para mover-se na tranquilidade.</em></p>
<p><em>Rubem César Fernandes</em> (Diretor executivo do Viva Rio)<br />
10 de Fevereiro de 2012.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Marcel Fenelon, 62 anos, era um dos motoristas do Viva Rio Haiti. Na manhã do dia 09 de fevereiro, enquanto dirigia por uma das ruas principais da área da Grande Bel-Air, a Jean-Jacques Dessalines Boulevard, ele foi atingido por uma bala. Fenelon chegou a ser encaminhado para o hospital, mas infelizmente não resistiu. Profissional exemplar, sempre alegre e amigo de todos com quem convivia, Fenelon estava sempre pronto para servir e ajudar, dentro ou fora do horário de trabalho. Ele participou ativamente da implementação do programa Honra e Respeito pelo Haiti, na capital Porto Príncipe.</p>
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		<title>Viva Rio de luto</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 20:25:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>graciela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguém matou Fenelon ontem de manhã A gente se conheceu em dezembro de 2006, graças a Jean Philippe, um amigo francês que sabe muito do Haiti. “O melhor motorista do mundo”, disse-me ele. Marcel Fenelon estava desempregado e aceitou o convite com um sorriso discreto. Viajamos juntos desde então, da primeira à última hora. Brincava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Alguém matou Fenelon ontem de manhã</strong></em></p>
<p><em>A gente se conheceu em dezembro de 2006, graças a Jean Philippe, um amigo francês que sabe muito do Haiti. “O melhor motorista do mundo”, disse-me ele. Marcel Fenelon estava desempregado e aceitou o convite com um sorriso discreto.</em></p>
<p><em>Viajamos juntos desde então, da primeira à última hora. Brincava com ele, chamando-o de meu cartão de crédito – não saio de casa sem você! Chamava-o também de meu GPS, porque parecia conhecer cada esquina do país. Vivian dizia “Meu Anjo”. Transmitia um sentimento de segurança. Certa vez, questionado por um funcionário internacional sobre o meu plano de evacuação, pensei por um instante e respondi no ato: meu plano é ele, o Fenelon.</em></p>
<p><em>Em abril de 2008, quando Porto Príncipe era tomada por desordens provocadas pelo Movimento da Grande Fome, coube-nos levar um visitante ilustre ao aeroporto para um voo às 14hs. Fenelon recomendou sairmos às 9hs e, de fato, conseguimos chegar a tempo, graças à sua perícia na descida por becos e vielas de favelas, cuja juventude revoltada havia se ausentado para os protestos nas ruas e avenidas principais.</em></p>
<p><em>De outra feita, o país paralisado por manifestações contra manobras eleitorais, partimos às 3h da manhã. Dirigimos um bom tempo por entre barricadas sonolentas, até que demos de frente com um grupo em guarda. Fenelon desceu do carro e convenceu um deles a vir conosco até a fronteira, de pé na traseira da caminhonete, abrindo caminho, em troca de uma pequena remuneração. Cruzamos a fronteira com tranquilidade e seguimos rumo às amplas estradas da República Dominicana. Só então, para a minha surpresa, percebi fraqueza em meu companheiro. Difícil de acreditar, mas o fato é que Fenelon, o melhor motorista, desconhecia os sinais de trânsito das estradas. Linhas contínuas ou pontilhadas não tinham significado para ele. Tráfego lento à direita e rápido à esquerda, tampouco era percebido. Pior ainda: quando alerto Fenelon para que dê mais atenção aos letreiros, percebo que já não enxerga muito bem, ao menos não o bastante para ler à distância. De volta a Porto Príncipe, comprou um vistoso óculos escuros, com as lentes apropriadas para os míopes, que passou a ostentar com orgulho.</em></p>
<p><em>Ter o Fenelon ao volante era um privilégio para poucos, como o diretor, naturalmente, mas também para alguém como Tarta, de Macaé, que ganhou sua confiança para sair depois trabalho, tomar uma Prestige e brincar. Ainda ontem, levando Vivian a Kay Nou, nossa sede em Bel Air, Fenelon deixou a entender que tinha uma ótima notícia para me dar, um segredo daqueles, e se pôs a rir com a cabeça inclinada para trás. Meia hora depois, foi assaltado por alguém que lhe mandou um tiro na cabeça, à queima roupa.</em></p>
<p><em>Levamos conosco a imagem de Fenelon e faremos do nosso melhor para honrá-lo. Seu funeral há de ser lembrado como um canto vigoroso pela justiça e o perdão, para além da loucura, para que nos conduza uma vez mais, e desta vez pela eternidade, a um lugar de espíritos livres, que não carecem usar sapatos, nem chapéus, para mover-se na tranquilidade.</em></p>
<p><em>Rubem César Fernandes</em> (Diretor executivo do Viva Rio)<br />
10 de Fevereiro de 2012.<br />
Marcel Fenelon, 62 anos, era um dos motoristas do Viva Rio Haiti. Na manhã do dia 09 de fevereiro, enquanto dirigia por uma das ruas principais da área da Grande Bel-Air, a Jean-Jacques Dessalines Boulevard, ele foi atingido por uma bala. Fenelon chegou a ser encaminhado para o hospital, mas infelizmente não resistiu. Profissional exemplar, sempre alegre e amigo de todos com quem convivia, Fenelon estava sempre pronto para servir e ajudar, dentro ou fora do horário de trabalho. Ele participou ativamente da implementação do programa Honra e Respeito pelo Haiti, na capital Porto Príncipe.</p>
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		<title>Policiais serão agentes do desarmamento</title>
		<link>http://vivario.org.br/policiais-serao-agentes-do-desarmamento/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 18:18:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>shelley</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Viva Rio realiza seminários de capacitação para as polícias Civil e Militar no Rio de Janeiro. Palestra na Acadepol foi assistida por mais de 700 policiais por teleconferência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2908" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://vivario.org.br/wp-content/uploads/2012/02/desarmamento_pol_civl_int1.jpg"><img class="size-full wp-image-2908" title="desarmamento_pol_civl_int1" src="http://vivario.org.br/wp-content/uploads/2012/02/desarmamento_pol_civl_int1.jpg" alt="" width="250" height="154" /></a><p class="wp-caption-text">Plateia formada por policiais civis assiste a palestra sobre desarmamento na Acadepol</p></div>
<p>Mais de 700 policiais civis assistiram ao primeiro seminário de capacitação de agentes do desarmamento. Realizado pelo Viva Rio, o seminário tem como objetivo informar e conscientizar policiais civis e militares, bombeiros e guardas municipais sobre a importância da diminuição da quantidade de armas em circulação no Estado.</p>
<p>Dados do Ministério da Justiça mostram que o Brasil tem mais de 16 milhões de armas de fogo em circulação, sendo 90% nas mãos de civis e quase metade delas ilegais. De acordo com o Ministério da Saúde, a Campanha de Desarmamento realizada em 2004/2005, que retirou quase 500 mil armas das ruas, foi uma das responsáveis pela queda de 11% do número de mortes por armas de fogo no país.</p>
<p>&#8220;A Polícia Civil entrou oficialmente na campanha hoje”, declarou o delegado Fernando Veloso, sub-chefe Operacional da Polícia Civil do Rio de Janeiro. O evento marcou o início da segunda fase da Campanha, quando delegacias e batalhões passam a poder funcionar como postos de entrega voluntária de armas de fogo.</p>
<div id="attachment_2907" class="wp-caption alignright" style="width: 260px"><a href="http://vivario.org.br/wp-content/uploads/2012/02/desarmamento_pol_civil_int.jpg"><img class="size-full wp-image-2907" title="desarmamento_pol_civil_int" src="http://vivario.org.br/wp-content/uploads/2012/02/desarmamento_pol_civil_int.jpg" alt="" width="250" height="166" /></a><p class="wp-caption-text">Da esquerda para a direita: delegado Fernando Veloso; Antonio Rangel Bandeira; delegada Jessica Oliveira; e Luiz Carlos Silveira</p></div>
<p>O primeiro seminário foi realizado na Academia Estadual de Polícia (Acadepol), no Centro do Rio. Ao falar para mais de 700 policiais civis, o coordenador do Projeto de Controle de Armas do Viva Rio, Antonio Rangel Bandeira, reconheceu que pode ser difícil para um policial aceitar uma política de desarmamento, mas que ele precisa conhecer os motivos que norteiam a campanha. “O policial tem uma relação muito forte com a sua arma e é natural que uma campanha de desarmamento suscite dúvidas, mas é importante que ele tenha informações porque ele será o agente desta campanha”, afirmou.</p>
<p>Durante o seminário, que foi transmitido ao vivo por teleconferência para 26 Delegacias Legais do Estado, Rangel mostrou as estatísticas das mortes por armas de fogo no Brasil e no mundo e os resultados das campanhas de desarmamento realizadas no país.</p>
<p>O delegado Fernando Veloso reforçou a importância de os policiais aderirem à campanha. “É importante capilarizar e multiplicar essa consciência. Temos uma missão como agentes do Estado e vamos cumpri-la”. A equipe do Projeto de Controle de Armas do Viva Rio também realizou capacitações para os policiais militares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fotos: Igor Costa (Bola)</em></p>
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		<title>Arte como manifesto</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 15:47:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>shelley</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Artista de origem senegalesa usa linguagem artística para falar sobre questões humanitárias e sensibilizar e estimular o público a reagir diante de temas fortes. Sobre seu trabalho 'One blood', Hady Sy afirma: 'Podemos ser diferentes, mas por dentro temos a mesma cor'.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2898" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://vivario.org.br/wp-content/uploads/2012/02/hady_sy_senegal_int.jpg"><img class="size-full wp-image-2898" title="hady_sy_senegal_int" src="http://vivario.org.br/wp-content/uploads/2012/02/hady_sy_senegal_int.jpg" alt="" width="250" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">Hady Sy fotografou doadores de sangue pra a campanha &quot;Salvando vidas, gota a gota&quot;, do Viva Rio</p></div>
<p>Usar a produção artística para sensibilizar as pessoas para temas humanitários é o objetivo do artista plástico Hady Sy. Em seu novo projeto, intitulado One Blood, ele aborda a doação de sangue. A ideia surgiu da convivência com a prática: sua irmã tem anemia falciforme, uma doença hereditária que exige constantes transfusões de sangue. “<em>One blood</em>” será uma instalação feita com fotografias de doadores de sangue ao redor do mundo, destacando as similaridades existentes entre eles.</p>
<p>“Podemos ser diferentes, mas por dentro temos a mesma cor. Também quero mostrar como é importante doar sangue. Você está dando vida para pessoas que você não conhece”, diz o artista. Hady Sy esteve no Rio de Janeiro para fotografar voluntários que doaram sangue na campanha &#8220;Salvando vidas, gota a gota&#8221;, promovida pelo Viva Rio.</p>
<p>Seus primeiros trabalhos, “<em>In god we trust</em>” e “<em>Not for sale</em>”, exploram a questão das armas de fogo. Nos dois, Hady Sy tirou radiografias das armas de fogo. No primeiro, a exposição trazia radiografias tiradas ao longo de sete anos do seu próprio corpo junto de diferentes armas. Em “<em>Not for sale</em>”, as armas aparecem sozinhas nas radiografias, construindo uma espécie de catálogo desses objetos, com dados sobre a sua capacidade e quantas pessoas já foi capaz de matar. “Tirei essas radiografias para mostrar que as armas são “doentes” e como são projetadas para matar. As armas não precisam de passaportes, vistos&#8230; Elas passam de uma mão para outra. Elas sobrevivem, nós morremos”, filosofa.</p>
<p>A estreia de “<em>One blood</em>” será no dia 14 de junho, em Beirute, capital do Líbano. A escolha tem motivos emocionais &#8211; Hady Sy viveu lá por muitos anos-, mas também é relacionada ao tema da exposição. “Beirute representa todas as cidades em guerra. Sangue é associado à guerra, violência&#8230; Quero associar sangue à beleza, à generosidade”. Em seguida, a exposição vai para Paris, Berlim e Nova York.</p>
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		<title>Viva Rio participa de desarmamento na Venezuela</title>
		<link>http://vivario.org.br/viva-rio-participa-de-desarmamento-na-venezuela/</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jan 2012 18:14:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>shelley</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Comissão Presidencial de Desarmamento esteve no Brasil em dezembro do ano passado, onde se reuniu com a equipe do Projeto de Controle de Armas da organização para avaliar lei e campanhas brasileiras de entrega voluntária de armas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2814" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://vivario.org.br/wp-content/uploads/2012/01/encontro_venezuela_desarmam.jpg"><img class="size-full wp-image-2814" title="encontro_venezuela_desarmam" src="http://vivario.org.br/wp-content/uploads/2012/01/encontro_venezuela_desarmam.jpg" alt="" width="250" height="182" /></a><p class="wp-caption-text">Especialistas em controle de armas participaram de encontro sobre desarmamento na Venezuela</p></div>
<p>O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, convidou um grupo de especialistas de todo o mundo para participar do Encontro Internacional sobre Desarmamento, em Caracas. O objetivo do encontro foi compartilhar as experiências de vários países em campanhas de desarmamento e na criação de leis de controle de armas.</p>
<p>Entre os especialistas convidados estava o coordenador do Projeto de Controle de Armas do Viva Rio, Antonio Rangel Bandeira, que levou a experiência brasileira na construção de uma legislação mais rígida, o Estatuto do Desarmamento, e sobre as três campanhas nacionais de entrega voluntária de armas, que já retiraram mais de 500 mil armas de circulação e levaram à queda em 11% do número de mortes por armas de fogo no país.</p>
<p>“A Venezuela e o Brasil têm problemas em comum. Um deles é a insegurança. E o Brasil vem tendo sucesso na implementação de uma política de desarmamento voluntário. Fizemos pesquisas sérias e envolvemos os meios de comunicação para conscientizar a população de que ter uma arma em casa é muito mais um risco do que proteção”, afirmou Rangel em discurso durante a abertura do encontro a convite de Hugo Chávez.</p>
<p>O governo da Venezuela vai implementar uma nova lei de controle de armas no país e formou uma comissão para avaliar o tema: a Comissão Presidencial de Controle de Armas, Munição e Desarmamento. A comissão esteve no Brasil em dezembro do ano passado, onde se reuniu com a equipe do Projeto de Controle de Armas do Viva Rio.</p>
<p>Estiveram presentes também no encontro em Caracas Rebecca Peters, ex-diretora e integrante do Conselho Diretor da Iansa, e William Godnick, coordenador do Programa de Segurança Pública do Centro Regional das Nações Unidas para a Paz, Desarmamento e Desenvolvimento da América Latina e Caribe (UN-Lirec).</p>
<p>Assista ao vídeo com o depoimento de Antonio Ragel Bandeira</p>
<p><iframe width="420" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/BwdMNcT-MWc" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p><em>Imagens captadas da Rede Venezuelana de Televisão</em></p>
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		<title>Viva Favela discute efeito de mudanças climáticas</title>
		<link>http://vivario.org.br/viva-favela-discute-efeito-das-mudancas-climaticas-nas-favelas/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 17:11:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>shelley</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Encontro teve a presença de ambientalistas e de correspondentes comunitários de favelas do Rio. Na foto (da esquerda para a direita), Carlos Alberto Muniz, do Inea; Tião Santos, do Viva Rio; o ambientalista Sérgio Ricardo; e Jocelino Porto, do Núcleo Ecológico Pedras Preciosas, em Rocha Miranda.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O termo mudança climática refere-se a uma variação do clima ao longo do tempo que pode alterar as características do clima e causar tragédias como as que costumam ocorrer nos primeiros meses do ano.</p>
<p>Para discutir os impactos dessas mudanças nas comunidades de baixa renda, o Viva Favela promoveu, no dia 17 de janeiro, a mesa redonda “Mudanças climáticas e os desafios enfrentados no Rio de Janeiro: foco nas favelas”. As chuvas de verão, a prevenção de desastres naturais nas favelas e a pronta resposta a emergências ambientais foram os temas abordados.</p>
<div id="attachment_2693" class="wp-caption alignright" style="width: 260px"><a href="http://vivario.org.br/wp-content/uploads/2012/01/sergio_ricardo_int.jpg"><img class="size-full wp-image-2693" title="sergio_ricardo_int" src="http://vivario.org.br/wp-content/uploads/2012/01/sergio_ricardo_int.jpg" alt="" width="250" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">Sergio Ricardo é ambientlista</p></div>
<p>Para Sérgio Ricardo, ambientalista e fundador do Fórum de Meio Ambiente da Baía de Sepetiba, as comunidades são as que mais sofrem nesse período, pois há uma segregação dos locais onde o dinheiro público deve ser investido.</p>
<p>“Não há democratização nos riscos. Os pobres são os mais vulneráveis e consequentemente os mais atingidos, essa vulnerabilidade precisa estar na ordem do dia, pois as políticas públicas de prevenção de catástrofes têm que chegar para todos e não apenas para quem tem dinheiro”, disse Sérgio.</p>
<p>O ambientalista afirma que para uma política de prevenção de catástrofes mais efetiva é necessário que haja uma aplicabilidade correta dos recursos. Para isso é necessário planejamento e a participação comunitária. “Os moradores têm que cobrar que o poder público atue de forma responsável e preventiva. Tragédias como as da Região Serrana e as que vemos agora no Norte e Noroeste do estado não podem se repetir”, reitera.</p>
<div id="attachment_2694" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><a href="http://vivario.org.br/wp-content/uploads/2012/01/carlos_alberto_muniz_int.jpg"><img class=" wp-image-2694 " title="carlos_alberto_muniz_int" src="http://vivario.org.br/wp-content/uploads/2012/01/carlos_alberto_muniz_int.jpg" alt="" width="250" height="179" /></a><p class="wp-caption-text">Carlos Alberto Muniz, do Inea</p></div>
<p>Carlos Alberto Muniz, coordenador do Centro de Controle Operacional da Diretoria de monitoramento Ambiental do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), afirma que o Estado deve atuar em quatro frentes: prevenção, preparação, resposta e reconstrução. “Quando ocorre a tragédia tudo fica desestruturado, então é importante que se tenha essa organização para dar aos atingidos a pronta resposta”, afirma.</p>
<p>Estiveram presentes no debate, Jocelino Porto representante do Núcleo Ecológico Pedras Preciosas (NEPP) e o articulador da participação de lideranças de favelas na Rio+20; e Tião Santos, coordenador da área de Meio Ambiente do Viva Rio, que gerenciou as operações de ajuda emergencial da instituição à Região Serrana em 2011.</p>
<p>Também participaram correspondentes comunitários de várias favelas do Rio de Janeiro que receberam uma formação para explorar o tema em suas respectivas Localidades. O debate aconteceu na sede do Viva Rio durante a Oficina de Formação de Correspondente Comunitário Multimídia, ministrada pelos projetos Viva Favela e TV Morrinho.</p>
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		<title>PMERJ e Viva Rio firmam parceria pelo desarmamento</title>
		<link>http://vivario.org.br/pmerj-e-viva-rio-parceria-pelo-desarmamento/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 18:21:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>graciela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Oobjetivo da parceria é aumentar número de postos de entrega de armas no estado e, com isso, facilitar a adesão dos cidadãos à Campanha de Desarmamento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2555" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://vivario.org.br/wp-content/uploads/2012/01/DSC_7534-4.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-2555" title="DSC_7534-4" src="http://vivario.org.br/wp-content/uploads/2012/01/DSC_7534-4-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Cel. Erir Ribeiro Costa Filho, Comandante-Geral da PMERJ</p></div>
<p>A Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) e o Viva Rio firmaram uma parceria para fortalecer a atuação do Rio de Janeiro na Campanha Nacional de Desarmamento Voluntário. &#8220;Com a entrada da PM na campanha, nós queremos que o Rio de Janeiro, que está em terceiro colocado no ranking dos estados, com 4 mil armas arrecadadas, passe para o primeiro lugar&#8221;, disse o Comandante-Geral da PMERJ, coronel Erir Ribeiro Costa Filho.</p>
<p>O objetivo da parceria entre o Viva Rio e a PMERJ é aumentar o número de postos de entrega de armas no estado e, com isso, facilitar a adesão dos cidadãos à campanha de desarmamento, que, desde maio de 2011, já tirou de circulação mais de 37 mil armas em todo o país. Só no Rio de Janeiro já foram recolhidas quase 4 mil armas; o estado aparece atrás de Pernambuco, com mais de 2 mil armas, e do Rio Grande do Sul, que ocupa o primeiro lugar do ranking, com mais de 4 mil armas recolhidas.</p>
<p>A partir desta quinta-feira, dia 12/01, a PMERJ passará a gerenciar o posto de entrega de armas do Viva Rio e, até março, abrirá postos de entrega de armas em todos os batalhões. Participaram da cerimônia de lançamento da parceria, na sede do Viva Rio: o comandante-geral da PMERJ, coronel Erir Ribeiro Costa Filho; o coordenador de inteligência da PMERJ, tenente coronel Antonio José Goulart; a chefe do gabinete da Sub-Secretaria de Ensino da Secretaria de Segurança, Mila Lima; o Sub-Chefe da Polícia Civil, Fernando Veloso; o coordenador de Segurança Humana do Viva Rio, coronel Ubiratan Angelo; o coordenador do Programa de Controle de Armas do Viva Rio e coordenador nacional de mobilização da Campanha, Antônio Rangel Bandeira; e o coordenador do posto de Coleta de Armas do Viva Rio e coordenador da campanha no Rio, Luiz Carlos da Silveira.</p>
<div id="attachment_2574" class="wp-caption aligncenter" style="width: 640px"><a href="http://vivario.org.br/wp-content/uploads/2012/01/DSC_7525-3.jpg"><img class="size-full wp-image-2574 " title="DSC_7525-3" src="http://vivario.org.br/wp-content/uploads/2012/01/DSC_7525-3.jpg" alt="" width="630" height="283" /></a><p class="wp-caption-text">Luiz Carlos da Silveira, Rangel Bandeira, Fernando Veloso, cel. Erir Ribeiro Costa Filho, cel. Ubiratan Angelo e Mila Lima</p></div>
<p>&nbsp;</p>
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